14 de dezembro de 2018

Você sabia que 95 dos 200 maiores grupos empresarias do Brasil são controlados por famílias? Sim! O número é grande.

Você sabia que 95 dos 200 maiores grupos empresarias do Brasil são controlados por famílias? Sim! O número é grande.

Você sabia que 95 dos 200 maiores grupos empresarias do Brasil são controlados por famílias? Sim! O número é grande.

A imagem que vem à cabeça quando pensamos em uma empresa familiar é tão real quanto parece: um sonho que tornou-se realidade, começou meio sem controle, mas cheio de vontade e aos poucos vai se adaptando ao mercado, tentando seu lugar ao sol, procurando firmar-se.

Muitos estudiosos avaliaram o tema e a conclusão é simples: empresas são como seres vivos. Nascem, crescem e envelhecem. Cada estudioso dá um nome para esse ciclo e para as fases que fazem parte dele, mas a ideia é simples. Olhe para a sua empresa como um filho mesmo, que nasce de um sonho, tem que aprender algumas coisas na marra enquanto é criança, tem aquela fase pré-adolescente onde não se sabe se é criança ou adulto, passa pela adolescência com todos os seus problemas e só enfim chega à fase adulta. E, como nas pessoas, as transições entre fases seguem padrões previsíveis e repetitivos de comportamento.

As empresas familiares têm quase sempre como objetivo atender às necessidades do fundador. Deveriam ser coisas separadas desde o início, mas não são. Nessa fase de namoro, onde nascem as ideias, o fundador cria objetivos para a empresa e nem sempre sabe separar os pessoais disso tudo.

Passado o namoro, vem a infância. A corrida atrás do prejuízo, o dinheiro tem que entrar e trabalha-se muito para isso. Não há processos, não há gestão, não existe delegar. O que existe é trabalho duro, contratações sob demanda e informalidade. Passado o susto inicial e com dinheiro em caixa, vem a fase que podemos chamar de toca-toca. Crescimento acelerado, sem distinção de funções, com necessidade de regras. Começa-se a criar consciência empresarial e daí para a próxima fase é um passo.

Já adolescente, a empresa quer ser independente. Para isso precisa delegar, precisa de mão de obra especializada, gerenciamento profissional. Pontos problemáticos em empresas que tem gestão familiar, já que fica difícil delegar e confiar a empresa nas mãos de “desconhecidos”. Crescimento e complexidade andam juntos, não tem jeito. E é nesse ponto, na adolescência, que muitas empresas familiares quebram. No meio dessa complexidade não conseguem chegar à plenitude, ao lucro e ao equilíbrio entre o controle e a flexibilidade.

As transições entre as fases são importantes e nem sempre fáceis mas existem instrumentos de gestão disponíveis que podem ajudar os empresários de empresas familiares a aumentar a estatística e estarem entre os grandes grupos do Brasil e do mundo.